O Rim
ólá peçoál...eça ichetória fou qe êu isquerevi cuando éra máis peqinino, por iço nãm tenhe cousas de falár mál...porco êu tinha mêdo qe o mêu pái me cortásse a língua, cõmo fêz cõm o mêu irmão...
(êçe têsto tãmbam fou correjido pêla milha adoráda profossôra de portugês...
)
"O Rim"
Era uma vez uma rapariga que era fraca dos rins, por isso, tinha que estar sempre no quarto de banho. Um dia ela estava lá e um rim fugiu, ela levantou-se e foi atrás dele, mas nunca o apanhou e ficou só com um rim que, ainda por cima, era deficiente e tinha a forma de uma ferradura.
O rim foi para o aeroporto e meteu-se dentro duma mala e foi para a Índia de avião, quando ele chegou lá viu escravos à venda e foi comprar um, ele chegou lá e disse:
- Eu vou levar aquele preto que está a fumar o Além-mar pequenino.
Ele pagou e foi-se embora com o escravo. Ele estava a passear com o escravo e apareceu um sacristão e disse:
- Liberta este homem, jovem, isto é pecado!
- O que é? Isso foi com o meu dinheiro!
- Tá bem, mas os homens são livres.
- Eu acho que andas é muito com o Sr. Padre!
De repente apareceu um Jeová e disse:
- É isso mesmo rapaz, dá-se sempre para a frente!
- Já se sabe, aquele sacristão é daqueles que pedem boleia aos velhos e eles conhecem o amigo do Sr. Padre e dão-lhe boleia, por isso, é que ele não precisa de escravos!
O sacristão ficou todo desfadado e foi-se embora.
O rim foi ter com o Jeová e disse:
- Eh Alá, também tens escravos?
- Só tenho um, é o Labaça, eu faço tudo o que eu quiser com ele!
- Tem que se dar nome aos escravos?
- Nem vendo?!
- Diz um nome para o meu.
- Cá sei, Idoino.
- É isso mesmo, até logo fariseu!
- Até logo.
O rim voltou para Portugal, ele estava a passear e de repente deu-lhe uma leucemia, ele saltou para um serrado e foi roubar medula a um gueicho, ele aguentou-se com a medula até ao hospital. Ele chegou ao hospital e foi atendido pelo Orelhas, o Orelhas examinou-o e disse:
- Eu sei de que é que tu precisas?
- De que é?
- Cigarros pócabana.
- E onde é que eu posso arranjar isso?
- Pegas em cigarrilhas e vai fumar para a cabana mais eu.
Eles foram fumar e depois o rim disse:
- Eu tenho aqui gamas de canela para tirar o cheiro, que o Pendurado me deu.
Eles comeram as gamas e o rim foi-se embora. No caminho de casa ele encontrou um gajo chamado Laurício que tinha calças brancas à boca de sino brancas e um camiseiro de xadrez aberto.
O rim ficou meio cismado e disse:
- O que é agora isso!
O Laurício disse:
- O que é, eu não posso inventar modas? Eu já andei por aí com um brinco no beiço, com ferros nos ouvidos e também já usei uma blusa amarrada na perna.
O rim ficou como aquele e continuou o seu caminho e voltou para a rapariga.
Forssa amigues!!!
(êçe têsto tãmbam fou correjido pêla milha adoráda profossôra de portugês...
)"O Rim"
Era uma vez uma rapariga que era fraca dos rins, por isso, tinha que estar sempre no quarto de banho. Um dia ela estava lá e um rim fugiu, ela levantou-se e foi atrás dele, mas nunca o apanhou e ficou só com um rim que, ainda por cima, era deficiente e tinha a forma de uma ferradura.
O rim foi para o aeroporto e meteu-se dentro duma mala e foi para a Índia de avião, quando ele chegou lá viu escravos à venda e foi comprar um, ele chegou lá e disse:
- Eu vou levar aquele preto que está a fumar o Além-mar pequenino.
Ele pagou e foi-se embora com o escravo. Ele estava a passear com o escravo e apareceu um sacristão e disse:
- Liberta este homem, jovem, isto é pecado!
- O que é? Isso foi com o meu dinheiro!
- Tá bem, mas os homens são livres.
- Eu acho que andas é muito com o Sr. Padre!
De repente apareceu um Jeová e disse:
- É isso mesmo rapaz, dá-se sempre para a frente!
- Já se sabe, aquele sacristão é daqueles que pedem boleia aos velhos e eles conhecem o amigo do Sr. Padre e dão-lhe boleia, por isso, é que ele não precisa de escravos!
O sacristão ficou todo desfadado e foi-se embora.
O rim foi ter com o Jeová e disse:
- Eh Alá, também tens escravos?
- Só tenho um, é o Labaça, eu faço tudo o que eu quiser com ele!
- Tem que se dar nome aos escravos?
- Nem vendo?!
- Diz um nome para o meu.
- Cá sei, Idoino.
- É isso mesmo, até logo fariseu!
- Até logo.
O rim voltou para Portugal, ele estava a passear e de repente deu-lhe uma leucemia, ele saltou para um serrado e foi roubar medula a um gueicho, ele aguentou-se com a medula até ao hospital. Ele chegou ao hospital e foi atendido pelo Orelhas, o Orelhas examinou-o e disse:
- Eu sei de que é que tu precisas?
- De que é?
- Cigarros pócabana.
- E onde é que eu posso arranjar isso?
- Pegas em cigarrilhas e vai fumar para a cabana mais eu.
Eles foram fumar e depois o rim disse:
- Eu tenho aqui gamas de canela para tirar o cheiro, que o Pendurado me deu.
Eles comeram as gamas e o rim foi-se embora. No caminho de casa ele encontrou um gajo chamado Laurício que tinha calças brancas à boca de sino brancas e um camiseiro de xadrez aberto.
O rim ficou meio cismado e disse:
- O que é agora isso!
O Laurício disse:
- O que é, eu não posso inventar modas? Eu já andei por aí com um brinco no beiço, com ferros nos ouvidos e também já usei uma blusa amarrada na perna.
O rim ficou como aquele e continuou o seu caminho e voltou para a rapariga.
Forssa amigues!!!


3 Comments:
:]
tens ká uma imaginação...
mas nao é "jeová" que se chama... é Testemunha de Jeová e uma Testemunha de Jeová nunca faria uma koisa dakelas! ROTFL
mas pronto... como o ke akontece no texto é kase tudo impossivel... dá se um desconto! lololol
Man, passei-me com essa tua istória.
muta louca memo.
no meu tempo havia na minha rua um labaça, um idoíno, e nós putos quase que tentemos roubar a medula a um gueixo.
tu és muta louco
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