Sunday, May 15, 2005

Amo-te

êy peçoál...iço agóra vá sêr õm poema qe é tambam õma muçeca do mêu conjunto qe ce chãma MÁFIA...ichepéro qe góstim

"Amo-te"

A gente avisou que te ias magoar
Tua mãe disse para ires devagar
Mas tu teimosa quiseste continuar
E agora tás para aí a berrar

Levaste um arrebento e foste pelo ar
Deste com a cabeça numa pedra do mar
Tua mãe, teu pai não param de falar
E a ti só te vejo é a chorar

Nem deu tempo para ires mijar
A verga que tu levaste deu-te foi para cagar
E já nem consegues arrotar
O sangue na garganta quer se soltar

Nunca mais voltas a olhar
Aquele sitio é para excomungar
Teu avô não pára de escarrar
Vou pegar numa corda e vou-lhe amarrar

A tua avó foi apanhada a levar
O teu avô quer se enforcar
Mas primeiro ele quer a matar
Espremer-lhe o gremilho até ela ficar sem ar

Teu Primo nunca se quer lavar
Aquilo é um nojento, o que quer é caçar
Tanto esterco e não pára de enjoar
Aquilo para sair só com água a pelar

Agora isso vai acabar
Que eu não sei mais o que ei-de inventar
Na minha blica tu vais agarrar
E para a tua boca vou-me esporrar

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Eça muceca é mêsmo demáis...vóçês vão ouvir-la cuando êu gueravár o mêu cêdê!!!
Forssa Vóçês!

3 Comments:

Blogger Barbanegra said...

de mais!!!!!!!

4:34 AM  
Anonymous Anonymous said...

arrebenta de vez cas cabeças das cordonizes

2:39 AM  
Blogger marah said...

RRRRRRROOOOOOOOOTTTTTTTFFFFFFFFLLLLLLL

9:05 AM  

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