Thursday, April 19, 2007

O Mundo Mágico Dos Golfinhos

êi peçoál! Êu nõnca más icheqerevi náda para por aqi, porco tãlho ãodado óqepádo a tomár cõnta do mêu iremam qe nacheceu á dous mêzos! Tam feio qe ele é! Nõnca nãm viu õm bépé tam feio! Mêu dêos cristo! Mas perõntos, aqi fica a ichetória nóva qe fijo para ele dromir... cõnto-lhe à noute ãotos de ele se deitar!
Minha mão dêu a ichetória a õma amiga déla e ela corrojio!


O Mundo Mágico Dos Golfinhos


Era uma vez um boneco que vivia num circo e era feito de osso de baleia.
À noite, ele começava a rangir e a ouvir o espírito da baleia dentro da cabeça dele, parecia o barulho da baleia do Parque Atlântico.
Passados muitos anos, ele já estava doido, todo possuído pela baleia e meteu-se dentro do tanque dos golfinhos de lá do circo. Ele foi ter com os golfinhos e explicou-lhes a situação e os golfinhos disseram que iam-lhe levar ao ancião, um golfinho velho e sábio que vivia no alto mar.
Eles saíram todos do tanque para irem para o mar, mas tinham que atravessar a cidade e os golfinhos não podiam porque estavam todos nus e tinham vergonha. Foi então que o boneco teve uma ideia: ir roubar as roupas ao pessoal do circo.
Lá foram eles, uns vestidos de palhaços, outros de domadores, outros de leões, outros de tigres, outros de camelos, outros de elefantes, outros de chicotes, outros de bolas e outros só de luvas e calçados com sapatas. No dia a seguir, estava tudo encouro no circo.
O boneco e os golfinhos meteram-se no metro, de óculos de sol, para ninguém os conhecer, e partiram para o centro da cidade, para daí irem para a costa e depois para o mar. Quando eles estavam saindo do metro, um golfinho que estava vestido de leão, não estava acostumado a ter uma cauda, tropeçou na cauda e partiu os óculos e as pessoas disseram: -“Ai, um leão!” e os outros golfinhos pegaram logo a fugir mais o boneco. Eles andaram, andaram, andaram e já estava ficando de noite e eles tinham que se apressar, pois era uma vergonha usarem óculos de sol à noite e se eles os tirassem, o disfarce deles seria descoberto, mas por sorte eles apanharam boleia na caixa da carrinha de um pescador e foram para o mar. Ao chegar lá, o pescador fez uma travagem os golfinhos deram um pulo na caixa e os óculos de um que estava só de sapatas caíram, o pescador olhou para ele e disse: -“Ai, és um golfinho! Vou-te pescar!”. Ele pescou-o e os outros foram-se embora. Eles subiram para a rocha, tiraram as roupas e atiraram-se para o mar, em câmera lenta, com o por-do-sol a bater por trás, tão lindo!
Quando eles já estavam no mar, foram comer peixes pequeninos, porque estavam cheios de fome e o boneco foi comido por um tubarão e eles disseram: -“Ai, o boneco! A gente tem que o salvar!”, e foram salvá-lo. Eles deram pancadaria no tubarão e ele vomitou o boneco, depois eles foram ter com o golfinho ancião.
Eles chegaram à gruta do ancião e invocaram-no, e o ancião apareceu. Era um velho golfinho com uma enorme barba branca e de bengala, um sábio. O boneco explicou a sua situação ao ancião e ele disse: -“Tens a praga da baleia, tem cuidado! Sempre que o reflexo da lua cheia se fizer sentir nestas águas, transformar-te-ás numa baleia sedenta de sangue! Deverás permanecer nas sombras de modo a evitar a luz da lua. É a única maneira!”.
O boneco ficou muito triste e foi chorar ter com os outros golfinhos, os golfinhos eram agora os únicos e melhores amigos dele e apoiaram-no. Fizeram-lhes festinhas na cabeça e deram-lhe bons conselhos, depois ficou de noite e a lua estava cheia! O boneco não teve tempo de se esconder e transformou-se numa baleia.
Ele comeu os golfinhos todos, depois comeu o ancião, depois comeu o tubarão, depois foi para a cidade e comeu o pescador, comeu as pessoas do metro, depois foi para o circo e comeu-lhes todos! Depois ele comeu o governo e foi-se deitar.
Tá bonho, nãm tá? Ele conçólace a ovir iço à nouto! 
Comentão a ichetória! Forssa voçês!

Saturday, November 25, 2006

Amor de Lucrécia

Então camarádas! Ouje a milha ichetória é munto inporetãoto, porco a Lucrécia guarriou com migo, porco êu nõnca fezé õma ichetória sobro éla, écheta agóra é sobro éla, porco êu a ãmo lóicamanto! Tu çábes amor, êu te ãmo lóicamanto!
Óbregado a éla por mo corrojir a ichetória otera fez, porco o mêu portogês nãm é munto bõm!
Amor de Lucrécia
Era uma vez um gajo que era todo radical, ele não usava camiseiros, era só t-shirts! Porque ele era mesmo radical.
O nome dele era Hércules e ele queixava-se do coração. O símbolo dele era a folha da marijuana, que louco que ele era!
Um dia ele estava a descer uma rua de skate e a Lucrécia estava dentro da carrinha branca do pai a comer doces.
Ele pôs os auscultadores e ficou mesmo porreiro, que estilo! Quando ele chegou ao fim da rua, estava lá o Beléquechim, que era um amigo preto dele e ele disse: -“Ei, não queres ir para a escola mostrar o tubarão de braguilha às raparigas?” –“Ouh, louco! Vamos embora!”- disse o Hércules e lá foram eles para a escola.
Chegando à escola, eles viram umas raparigas a atravessarem a passadeira e meteram logo o tubarão de braguilha de fora. As raparigas assustadas, desataram aos gritos e veio a polícia. O senhor guarda deu pancadaria neles com o cassetete e eles ficaram todos negros, até o Beléquechim!
O Hércules foi para casa, mas antes, ele foi beber café puro.
Quando ele chegou a casa, a mãe chamou-o para lhe cheirar a boca e disse: -“Eu já sabia, maldito! Andaste a beber café puro! Dá cá o teu game boy que eu vou-lhe partir todo!”- o Hércules ficou muito triste e começou a chorar e a mãe com dó, não lhe partiu o game boy, mas partiu-lhe os dentes.
Ele chegou ao quarto cheio de veneno e arrancou os posters das folhas das cannabis que ele tinha lá e pregou no lugar deles só posters do Diabo e do inferno! A mãe entrou no quarto e deu-lhe um desgosto. O rapaz apoquentado foi telefonar para a ambulância, mas a ambulância nunca atendia, porque era número desconhecido e ela nunca atendia números desconhecidos. Então ele foi à cozinha buscar uma caneca de chá de lagartos, mas quando chegou ao quarto, a mãe já tinha morrido de desgosto.
No dia do enterro da mãe, ele não quis ir de preto, porque ele era mesmo radical, e foi todo de ganga. Eles enterraram a mãe num caixão que o pai do Hércules fez, porque ele era carpinteiro e aproveitaram o farel do caixão para porem no presépio.
Chegou o Natal e o Hércules e o pai estavam de roda do presépio a entoarem cantos ao menino Jesus e ao Pai Natal, mas o Hércules não cantava, ele fazia era só a musica com a boca, ele era todo radical. De repente o farel do presépio começou a mexer-se e a fazer um furacão, depois o furacão de farel transformou-se em forma da mãe do Hércules e disse: -“Eu sou o fantasma negro da tua mãe, tu deste-me um desgosto e agora eu vou-te assombrar!”- o pai dele estava em estado de choque, nem se mexia e o Hércules empurrou-o para o meio do fantasma, ele derreteu-se todo e o fantasma ficou maior. O pobre jovem aterrorizado, desatou a correr e o fantasma da mãe sempre atrás. Ele foi para a rua e subiu um posto-de-luz e disse: -“Ai mamã, não me mates, ai mamã! Eu não fiz nada, era só um jogo!”- o fantasma parecia não dar ouvidos às palavras desesperadas do jovem em medo e continuou a ir ter com ele. O Hércules escorregou pelo posto abaixo e ficou com as virilhas todas assadas, mas não parou e foi sempre a correr pela rua abaixo. Ele parou um pouco para tomar fôlego, porque ele já estava a safrar, foi aí que ele se lembrou de se transformar em robot. Ele transformou-se em robot e foi ter com o fantasma e assoprou para ele, o farel foi todo pelo ar e o fantasma ficou todo desfeito e o Hércules começou-se a rir.
No dia a seguir ele foi pedir o menino mija e viu a Lucrécia dentro da carrinha branca do pai a comer doces.

FIM!
Ichepéro qe tãlhão gochetádo, amigues!!!
Forssa vóçês!

Thursday, June 22, 2006

O Terror da Meia-Noite

Ólá paressêiros!
Ouje vou comtár õma ichetória é de terrôl, porco êu vi o Demóne o outero dia coãndo táva pergando õma foda na minha Lucrécia. E o Demóne dezé para mim comtár õma ichetória de terrôl.
Êu nãm tãnho mêde do Demóne, mas é meiór comtár õm terrôl, tambãm êu gócheto de terrôl, porco çou õm terrelorista e gócheto de terrôl.

O Terror da Meia-Noite

Numa noite muito fria de um dia muito frio, levantou-se de uma campa muito fria, um cadáver morninho.
Esse cadáver pertencia a um padre que tinha morrido naquela aldeia na terra de ninguém.
O Padre Ling Biskit era para muitos o melhor e mais santo padre que alguma vez prégou na paróquia da pequena aldeia, mas o que ninguém sabia era o terrível segredo que ele escondia.
Quando o Padre Ling Biskit era novo, violava vezes sem conta o seu vizinho que era deficiente e uma vez o vizinho até deixou-lhe o leite lá dentro e o padre ficou grávido.
Mas não era uma gravidez normal, em vez de nove meses, levava anos para nascer. A barriga do Padre Biskit cresceu, cresceu, cresceu e ele sempre seco, seco, seco. O médico da aldeia disse ao padre que aquilo era um tumor e que ele só tinha vida até aos 70 anos, por isso quando ele fez 70 anos, pensava que estava morto e morreu.
Mas agora o padre ergueu-se da sepultura para vingar-se do médico que lhe enganou.
Ele chegou à casa do médico, mas quem vivia ali agora era o moleiro da aldeia. O Padre Ling Biskit vigiou pela janela e viu o moleiro a bater uma punheta e a por o leite-de-piço para dentro da saca de farinha que ia para a igreja para as freiras fazerem hóstias. O padre entrou pela janela dentro e fez um trovão, o moleiro aterrorizado nem se mexeu e o padre foi ter com ele e deu-lhe uma foda no cú, mas como os bichos já tinham começado a comê-lo, a blica ficou dentro do cú do moleiro, tapando-lhe assim o olho-do-cú. Com o olho-do-cú tapado, o moleiro não conseguia respirar e morreu asfixiado. Depois o padre começou-se a rir e fez um trovão.
No dia a seguir o padre foi à casa do pai do médico, que era lavrador, para perguntar pelo filho. Quando ele chegou lá, vigiou pela janela e viu a mulher do lavrador a dar uma cagadela na cartola de vinho que ia para a igreja. O padre foi por de roda e entrou pela porta da cozinha dentro e fez um trovão! A mulher não reparou no padre e ele fez mais um trovão! Ela olhou para o padre e largou de fugir e ele sempre atrás. Ela foi para o quintal chamar o marido, mas ficou engatada no fio das vacas e morreu electrocutada e o padre fez um trovão.
O padre foi para o serrado e escondeu-se atrás da máquina de tirar leite a vigiar o lavrador e viu-o a fazer uma minete à vaca que ia para as arrematações da igreja. O Sr. Padre Ling Biskit saiu detrás da máquina de tirar leite e fez um trovão. A vaca assustou-se e fugiu, mas a queixada o lavrador ficou engatada na pintcha da vaca e arrancou-lhe de vez. O lavrador estava caído no chão sem queixada a escorrer sangue por todos os lados e o padre chegou-se ao pé dele, perguntou onde estava o médico e fez um trovão. O lavrador não conseguia falar, por isso o padre como já estava todo podre, arrancou a sua queixada e encaixou-a no lavrador. O lavrador disse que o filho agora morava na casa do sogro, que era professor. O padre foi-se embora e deixou o lavrador ali no chão cheio de sangue, as vacas deram pelo cheiro a sangue e foram lá e comeram o lavrador e o padre fez um trovão!
Chegando à casa do professor, o padre trambicou e arrancou o dedo grande do pé na quina do passeio e fez um trovão. Depois meteu-se atrás de uma árvore a vigiar o professor e viu-lhe a enrabar uma criança que ia para a igreja ajudar na missa. O padre saiu detrás da árvore de fez um trovão, depois chegou ao pé do professor e enfiou-lhe os dedos no cú, o rapazinho fugiu, mas trambicou no dedo grande do pé do padre que estava no passeio, caiu, deu com a cabeça na quina do passeio e morreu e fez um trovão. O padre fez ao professor um rasgo desde o cú até ao umbigo e caiu-lhe as tripas no chão e ele morreu e o padre fez um trovão.
O padre depois ouviu barulhos lá em cima e subiu as escadas até à falsa, depois meteu-se atrás de um baú na falsa a vigiar. Era o médico! Lá estava ele, o homem que enganou o padre e disse-lhe que ele estava morto, mas ele não estava. Lá estava ele a jogar ao dominó mais a sua mulher, a beata que ia para a igreja enfeitar o altar. O padre saiu detrás do baú e fez um trovão, eles assustaram-se, o médico atirou a mulher para o padre, ela deu-lhe direito num ombro e arrancou-lhe um braço, depois ela caiu sempre pelas escadas da falsa abaixo e morreu e o padre fez um trovão. O médico fugiu pela janela e o padre foi atrás dele. Eles sempre pela canada a fora, um atrás do outro e de repente o médico caiu num poça de água que estava no chão e o padre fez um trovão, o trovão caiu em cima do médico e ele morreu e o padre fez um trovão.
O padre como já se tinha vingado, ia voltar para o cemitério para se enterrar, mas começou a sentir a barriga a formigar e depois rebentou e saiu de lá de dentro um bebé e fez um trovão!

Ichepéro qe tãnhão gochetádo, é munto de terrôl e nãm tãnho cúlepa ce nãm doremirem á nouite!

Comãntem!

Saturday, June 03, 2006

As Aventuras e Desventuras de Um Jovem

Ólá peçoál!!! Ichetou de vóleta!!!
Êu tife parádo porco a minha profoçora têve õm atáqe e não me podia corrojir as ichetórias!!!
Mas éla agóra ichetá melhór, só qe à mêjema não é éla qe me corrijo máis, porco êu la meti õns córenos coando éla ichetáva em Lejeboa!
Agóra é a minha namoráda qe me corrijo, a Lucrécia!
Agora a ichetória:

As Aventuras e Desventuras de Um Jovem

Era uma vez um rapaz que lhe chamavam o Bomba. Ele queria ter o cabelo grande, mas o pai e a mãe não deixavam. Um dia ele foi para a escola de manhã e deixou o cabelo crescer.
Quando ele saiu das aulas, estava indo para casa e o pai viu-o no caminho com o cabelo grande, meteu-se atrás dele e foi-lhe dando sempre coices nos colhões até a casa.
O rapaz chegou a casa e a mãe disse: -“Bomba, já de castigo para o quarto, um mês!”- o Bomba lá foi, muito triste e angustiado.
Ele queria sair mas não podia. Também não podia saltar pela janela porque era muito alto, nisto ele teve uma brilhante ideia, ele metia cereais e, às vezes, pão com manteiga e café, na beira da janela, para atrair merros. Os merros quando aterravam ele apanhava-os, depois treinava-os e pendurava-se neles e ia até ao chão, depois ala que andar!
Um dia a mãe viu-o e pegou aos gritos: -“Maldito! Nunca mais, sacana! Nunca mais te dou comida para dares aos merros, pelintra! Marca merda!”
O Bomba ouviu e ficou doido: ”Como é que agora vou chamar merros? Como é? Eu não sei!”-, depois teve outra ideia, apanhou um turista numa canada e roubou-lhe um guarda-chuva, que era para servir de pára-quedas quando ele se atirasse da janela, uma máquina de retratos e umas sapatas da Nike novas novas!
Depois quando voltou para casa, escondeu o guarda-chuva nas calças, para a mãe pensar que era a blica dele, e entrou em casa. Ele estava a subir as escadas para o quarto e apareceu-lhe a mãe. Na hora que ela aparece, o guarda-chuva abriu e a mãe vira-se: -“Ah! O meu filho tem uma pintxa!”.
No dia a seguir, à noite, o Bomba atirou-se da janela com o guarda-chuva, mas veio uma rajada de vento do caralho e levou-o sempre pelo ar. Ele caiu no meio do mar e viajou até uma ilha deserta. Ele estava a passear na ilha e de repente apareceu um monte de Sextas-Feiras atrás dele, ele à corrida, à corrida, à corrida, cheio de pulmeira, não podia andar mais, mas sempre a dar-lhe, até que os Sextas-Feiras lhe apanharam e meteram-lhe dentro dum caldeirão!
Ele estava a ser cozido mas malino pegou numa cenoura e fez um furo no caldeirão, aquilo pegou a vazar tudo e a água a ferver queimou os pés dos Sextas-Feiras... eles ficaram cheios de bexigas.
O Bomba pegou em si e foi se embora. Ele estava a andar pelo mato e encontrou um combro de silvas e foi apanhar amoras para comer, ele estava muito descansado a apanhar amoras e levou uma ferrada duma abelha, ele ficou estirado no chão a espumar da boca e foi na ambulância. Dentro da ambulância, os enfermeiros deram-lhe uma foda no cú até fazer sangue.
A mãe do Bomba foi vê-lo ao hospital, mas o pai ficou no carro senão dava-lhe pancadaria diante daqueles médicos todos, e é melhor não! O jovem Bomba teve alta e foi cheio de medo para o carro, o pai não o quis levar e ele foi a pé com o buraco do cú todo remendado.
A caminho de casa ele trambicou na calçada e foi sempre às carambelas pela rua abaixo, até bater num monte de sacos de lixo que estavam no fim da rua. Num dos sacos tinha uma seringa que lhe fincou num braço e ele começou logo a sentir aquela SIDA toda a subir-lhe pelos braços, pelas pernas acima, a encher-lhe todo. Coitado, pegou em si e foi para casa, quando chegou, o pai viu-o e disse: -“Ah banana! Já viste como é que ‘tás aí? ‘Tás cheio de SIDA, caralho!! Tua mãe já viu isso?”. O Bomba fugiu para o quarto para o pai não lhe dar e viveu feliz para sempre.

FIM

Fiquim bãm e não ce icheqêção de comantar... é munto inpertanto!
Forssa vóçês!

Tuesday, August 23, 2005

Fechou para Balãnsso!

Êy vóçês...êu cêi qe góstim munto do mêo blog, mas êle FECHOU PARA BALÃNSSO!
Depouche coãndo êle aberir de nôvo, êu dezé a vóçês!
Forssa vóçês!

Wednesday, July 06, 2005

O Relógio da Vida

Ey vóçês, êu nõnca máis meti ichetória niuma aqi, mas pó carálhe, agóra chá meti!

"O Relógio da Vida"

Era uma vez um relógio que morava na parede de uma cozinha. Ele andava sempre todo fodido, porque estava todo respingado de óleo, pois estava pregado ao pé do fogão e a dona da casa quando fritava peixe, respingava-o todo!
Um dia, um respingo de óleo foi-lhe para um olho e ele: -"Caralhos te foda!!!". À noite, neste mesmo dia, ele arrancou-se da parede, pegou em si e fugiu. Guindou para o quintal da vizinha e quando ia fugir, o cão dela deu-lhe uma dentada! Ele ficou com raiva, começou a partir tudo no quintal da mulher, ele guindou um cedro para fugir do cão e ficou todo cheiroso!
Em cima do cedro, ele encontrou um ninho e foi lá roubar os ovos para comer. Quando chegou ao pé do ninho, os ovos já tinham descascado e ele comeu os passarinhos. Um deles ficou entalado na garganta do relógio e ele ficou todo afogado, ele teve que descer da árvore para ir à mangueira beber água para empurrar para baixo... O cão já não estava lá em baixo e ele meteu a boca na mangueira e ligou a fonte. Com a pressão, ele levou um retiro e foi parar ao meio do caminho.
Ele andou, andou e encontrou e encontrou uma playstation. Ele perguntou o que é que ela estava a fazer ali e ela disse que estava a fugir de casa porque os donos jogavam sempre com as mãos todas engraxadas das batatas fritas e ela já estava farta. Depois, ele disse se podia jogar nela, ela disse que sim e ele deu-lhe uma foda na pintcha! Mas só que quando ela veio-se, a blica do relógio engatou na coisa que faz os CD rodar lá dentro e aquilo arrancou-a de vez.
Ele ficou cheio de sangue e foi para a Casa do Povo tratar.
Depois os donos foram-no buscar e penduraram-no na sala, debaixo do esquentador e ele viveu feliz para sempre!

Thursday, June 09, 2005

A Aventura Total

Êy vóçês!
Êu nõnca máis meti aqi ichetórias nóvas porco a milha profôssora têve imbarcáda para Lejeboa e nãm me pudé corrojir os têstos!!!
Mas só qe éla chá vóltou e agóra tou cõm tante, porco éla me vá-me corrojir as ichetórias e guerrá-me na belica!!!
Aqi tênhim a minha máis ressento:

"A Aventura Total"

Era uma vez uma trombose que vivia no corpo de um homem velho. Ela não queria nada no castanho, por isso, o homem ainda estava de saúde.
Um dia o velho acordou com os pés fora da cama e reparou que as veias das pernas estavam a ficar todas pretas, inchadas... varizes. Imaginem só, era a trombose que estava se torcendo toda por causa da droga, ela estava a ressacar. A droga dela era o açúcar dos suspiros que o homem comia.
Certo dia a trombose estava no recreio e encontrou o reumatismo a jogar ao “dois toques meio” com o quisto que ele tinha no pâncreas a servir de bola. A trombose perguntou: -“Tens aí para passar?”- ele disse que só tinha açúcar dos diabetes e que agora estava fodido para arranjar açúcar dos suspiros, porque o médico tina receitado ao homem uns comprimidos novos e disse que não podiam ser tomados com suspiros.
A trombose ficou cheia de veneno e começou a dar pontadas no velho. Ele foi tomar os comprimidos, a trombose já sabia e foi fazer-lhes uma espera. Quando ele engoliu os comprimidos, a trombose foi a eles! Pancadaria!!! Ela deu-lhes porrada até os cães ladrar. Ela disse: -“Ei caralhos, eu quero a minha droga, caralhos!!! Eu estou a ressacar, caralhos!!! Porra, caralhos!!! Eu mato um, caralhos!!!”- os comprimidos ficaram cheios de nervos, aos tremelicos e disseram que não tinham nada, a trombose pegou num deles e partiu-lhe o pescoço. O outro cheio de medo fugiu, ela foi atrás dele, mas nunca mais o viu.
Os dias passavam e ela toda ressacada dum lado para o outro, cheia de veneno. Aquilo era cada pontada que dava ao homem que ele parecia que ia morrer, coitado. A trombose sempre com os suores a pingar, dava coices em tudo o que era sitio, o homem até já estava ligado às máquinas no hospital. Os médicos não sabiam o que é que se passava, estava tudo desesperado. Até que um dia, o homem foi dar uma arriadela e ela fugiu pelo buraco do cú. Ela deu uma corrida e foi à procura de suspiros, os médicos, enfermeiras, tudo o que lhe aparecia na frente, ia tudo pelo ar! Ela saiu do hospital e foi ao Hiper Modelo, foi à parte dos doces e consolou-se toda a esfregar-se nos suspiros, que alivio. Depois disso, ela ficou sem nada para fazer e foi matar caracóis para a beria da água. Passou o Eduardo Cagalhão de bicicleta e empurrou-a para o mar, ela deu umas braçadas e enfiou-se em cima de um barco e começou aos berros para o Eduardo Cagalhão: -“Ei caralho, eu vou-te caçar, caralho! Vou-te apanhar, caralho, vais ver, caralho! Vou-te matar, caralho!!! Foda-se, caralho!!! Porra, caralho! Vais ver, caralho!!!”- o Eduardo Cagalhão não fez caso e continuou sempre a andar de bicicleta.
Quando o barco aportou, a trombose saiu de lá e foi procurar o Eduardo Cagalhão, ela encontrou-o ao pé da igreja da matriz a comprar um raspa e foi atrás dele. Ela deu-lhe pancadaria que eu nem queria levar metade! Depois pegou no raspa dele, raspou, ganhou 50 cêntimos e comprou outro com o dinheiro, mas não ganhou nada.
No fim do dia, ela foi procurar um sitio para dormir, mas antes, foi ao Hiper esfregar-se nos suspiros. Ela foi-se deitar num caixote do lixo do hotel Gaivota e passou lá a noite. No dia seguinte, ela atravessou a rua para ir ao Hiper e esteve quase sendo atropelada pelo camião das cervejas e ela disse: -“Ei filhos de puta, caralho!!! Eu mato vocês, pintchas de tua mãe, caralho!!! Iiiii que veneno, caralho!!! Finca-se, foda-se, caralho!!! Eu mato um caralho, caralho!!!” – ela enviou um cunhal e rachou o vidro do camião, depois fugiu e foi esconder-se para uma obra. Lá dentro, ela foi procurar um velhinho para se por nele, ela procurou, procurou, até que encontrou um homem velho a controlar uma grua e foi ter com ele. Ela saltou para dentro dele e ele teve um ataque imediato, caiu com a grua por cima da obra e matou o pessoal todo, mestres e tudo, menos um servente. Ela começou-se a rir, mas depois caiu-lhe um bocado de cimento fresco em cima e ela ficou enterrada ali mesmo, só com a cabeça de fora, os cães passavam por ela e mijavam-na na boca, passavam-se os dias e ela já a ressacar e a morrer de fome sempre aos berros: -“Que caralho!!! Porra, caralho!!! Eu mato um, caralho!!! O primeiro que eu vir, eu mato-o, caralho!!! Estou a morrer, caralho!!! Que caralho mesmo, caralho!!! Socorro, caralho!!! Vão para o caralho, caralho!!! Que pegue um caralho em vocês todos, caralho!!!” - e morreu.
FIM!

Ichepéro qe góstim, porco gochetêi munto de icheqrevê-la! Pôr vóçês, mês amigues!!!
Comêntim se vaz vafor!