Uma Mulher
ólá vóçês! 
Êu tãnho õma ichetória nóva, mas êu tou tôdo fodido cõm vóçês, carais!!! Porra...nõnca máis ningam comantou eça porra dêçe blog... mas prontes, vá lá...lêiem iço e comentem, brasssádos!!!
"Uma Mulher"
Era uma vez uma mulher que o sonho dela sempre foi casar com um velho rebarbado, bêbedo como o caralho.
Certo dia ela encontrou o Bruce Lee a fazer cavalinhos de bicicleta à frente da casa dela, para a engatar. Foi amor à primeira vista. O primeiro beijo foi escaldante, ele com aqueles dentes cheios de côdea deu-lhe um linguado que conseguiu-lhe arrancar um bocado de fígado de vaca que já estava à um mês entalado na faringe. Foi saboroso.
Nos primeiros meses em que viveram juntos, o amor pairava no ar, ele chegava a casa todos os dias enjoando a vinho que revirava e a mulher a fritar salsichas com hortelã pimenta, cheias de graxa, com óleo queimado de motor de tractor. Eram felizes.
Eles casaram-se, mas a felicidade foi só de pouca dura. Aquilo começou a fartar, o Bruce Lee não prestava para nada, estava sempre a dar pancadas na mulher.
Ele um dia chegou a casa tão tarde e ela disse: -“Àquele, tu não me apoquentes!”- ele virou-se para ela e enfiou-lhe um lápis na cova-do-ladrão, ela começou aos berros e ele deu-lhe uma cotovelada na placa, ela com a boca cheia de sangue disse: -“Á nojento reles, também vou-te arrancar o volante da bicicleta!”- e assim foi, cada dia, cada vez que ele a brutalizava, ela arrancava-lhe uma peça da bicicleta, mas também levava mais ainda.
Certo dia, ele chegou a casa e o jantar não estava pronto, porque ela levava mais tempo a preparar a comida com um braço partido e sem o outro. Ele pegou num chouriço mouro a ferver e deu-lhe sempre pelas pernas adiante até elas ficarem todas negras. Ela ficou com uma roda do joelho toda desfeita e uma canela em carne viva. Ela chamou os bombeiros para irem dar nele, mas quem apareceu foi um drácula que deu-lhe uma ferrada na pintcha e chupou-lhe o sangue todo até ela morrer.
O Bruce Lee à noite quando voltou de ir jogar dominó para a taberna, viu a mulher toda seca no chão e enterrou-a na estrumeira no quintal. À noite ela levantava-se da cova, ia dar stick debaixo dos braços para não enjoar e ia roubar crianças e cães para comer.
Uma vez o Bruce Lee estava a gravar um CD dos Kelly Family para cassete, para ouvir no rádio que ele tinha amarrado na bicicleta e viu a mulher a sair da estrumeira e a ir para a rua. Ele foi ter com ela e disse: -“Ei caralha, tu nem estar morta sabes?!” – e deu-lhe com uma saca de cimento cola na cabeça e ela fugiu a gemer pela rua abaixo. Ele meteu-se na bicicleta para ir atrás dela, mas só que dois ratos de abrigo o tinham vazado os pneus e ele teve que ir às corrimaças atrás dela. Ela chegou ao pé dela, caçou-a pelas gadelhas e arrastou-a sempre com o ecrã no chão, depois pegou nela e amarrou-a contra uma árvore e deu-lhe com um vime sempre no mesmo lado. De repente passou no caminho, um ovo estralado com molho de ananás, com uma navalha na mão e foi esfaquear o Bruce Lee todo, depois soltou a mulher, deu-lhe uma foda e foi-se embora. A mulher voltou para casa, comeu duas azeitonas e viveu feliz para sempre.
FIM!
Tá lá, méns!!! Forssa vóçês!

Êu tãnho õma ichetória nóva, mas êu tou tôdo fodido cõm vóçês, carais!!! Porra...nõnca máis ningam comantou eça porra dêçe blog... mas prontes, vá lá...lêiem iço e comentem, brasssádos!!!

"Uma Mulher"
Era uma vez uma mulher que o sonho dela sempre foi casar com um velho rebarbado, bêbedo como o caralho.
Certo dia ela encontrou o Bruce Lee a fazer cavalinhos de bicicleta à frente da casa dela, para a engatar. Foi amor à primeira vista. O primeiro beijo foi escaldante, ele com aqueles dentes cheios de côdea deu-lhe um linguado que conseguiu-lhe arrancar um bocado de fígado de vaca que já estava à um mês entalado na faringe. Foi saboroso.
Nos primeiros meses em que viveram juntos, o amor pairava no ar, ele chegava a casa todos os dias enjoando a vinho que revirava e a mulher a fritar salsichas com hortelã pimenta, cheias de graxa, com óleo queimado de motor de tractor. Eram felizes.
Eles casaram-se, mas a felicidade foi só de pouca dura. Aquilo começou a fartar, o Bruce Lee não prestava para nada, estava sempre a dar pancadas na mulher.
Ele um dia chegou a casa tão tarde e ela disse: -“Àquele, tu não me apoquentes!”- ele virou-se para ela e enfiou-lhe um lápis na cova-do-ladrão, ela começou aos berros e ele deu-lhe uma cotovelada na placa, ela com a boca cheia de sangue disse: -“Á nojento reles, também vou-te arrancar o volante da bicicleta!”- e assim foi, cada dia, cada vez que ele a brutalizava, ela arrancava-lhe uma peça da bicicleta, mas também levava mais ainda.
Certo dia, ele chegou a casa e o jantar não estava pronto, porque ela levava mais tempo a preparar a comida com um braço partido e sem o outro. Ele pegou num chouriço mouro a ferver e deu-lhe sempre pelas pernas adiante até elas ficarem todas negras. Ela ficou com uma roda do joelho toda desfeita e uma canela em carne viva. Ela chamou os bombeiros para irem dar nele, mas quem apareceu foi um drácula que deu-lhe uma ferrada na pintcha e chupou-lhe o sangue todo até ela morrer.
O Bruce Lee à noite quando voltou de ir jogar dominó para a taberna, viu a mulher toda seca no chão e enterrou-a na estrumeira no quintal. À noite ela levantava-se da cova, ia dar stick debaixo dos braços para não enjoar e ia roubar crianças e cães para comer.
Uma vez o Bruce Lee estava a gravar um CD dos Kelly Family para cassete, para ouvir no rádio que ele tinha amarrado na bicicleta e viu a mulher a sair da estrumeira e a ir para a rua. Ele foi ter com ela e disse: -“Ei caralha, tu nem estar morta sabes?!” – e deu-lhe com uma saca de cimento cola na cabeça e ela fugiu a gemer pela rua abaixo. Ele meteu-se na bicicleta para ir atrás dela, mas só que dois ratos de abrigo o tinham vazado os pneus e ele teve que ir às corrimaças atrás dela. Ela chegou ao pé dela, caçou-a pelas gadelhas e arrastou-a sempre com o ecrã no chão, depois pegou nela e amarrou-a contra uma árvore e deu-lhe com um vime sempre no mesmo lado. De repente passou no caminho, um ovo estralado com molho de ananás, com uma navalha na mão e foi esfaquear o Bruce Lee todo, depois soltou a mulher, deu-lhe uma foda e foi-se embora. A mulher voltou para casa, comeu duas azeitonas e viveu feliz para sempre.
FIM!
Tá lá, méns!!! Forssa vóçês!


5 Comments:
mãn, êssã tõ de môis!! fõrssa Aîn.. ahah, ja sei falar nojento :P
com vimes sempre no mesmo lado muhahahahaha
"enfiou-lhe um lápis na cova-do-ladrão"
Eu tinha uma tia que sempre que eu fazia mal dizia que me ia dar na cova-do-ladrão.
Muito louco. Adorei a cena do ovo "estralado" com molho de ananás.
Continua!!
ROTFL
muawwww ahahahahah brutalized!!
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