Diários Hospitalares
Êy qe caralho, tanho õma cácheca de pevide intaláda antre os dantes! Porra, qe venano, chá nim vou icheqerevêr náda, fica aqi só a ichetória de ouje!
É sobro õma infremêra, vêgim lá
"Diários Hospitalares"
Era uma vez uma enfermeira que pintava o cabelo com água oxigenada. Um dia ela estava no hospital a lavar a saca de um velho que tinha acabado de ter uma trombose e estava todo vomitado. Quando ela lhe meteu as mãos nos colhões, ele com tesão pegou-se a rir e escarrou-lhe na cabeça. Ela com veneno apertou-lhe os colhões até mais não poder.
Passou-se, ela estava na sala de espera do hospital e foi lá um leproso comprar um saco de batatas fritas e foi-se embora para casa. Depois ela foi chamada para uma operação de urgência a um homem a quem um preto tinha esfaquiado a cabeça, eles tinham que coser a cabeça depressa porque a sala de operações já estava enjoando a sangue coalhado.
Quando o médico estava a coser a cabeça, ela ia para lhe dar uma palmadinha nas costas para o encorajar, mas só que se esqueceu de que tinha um bisturi na mão e enfiou-o nas costas do médico. Ela é que teve de acabar a operação, ainda tinha cinco golpes para coser e ela disse: -"Que se foda, já é uma hora e meia e tenho que ir comer!"- e pôs algodão dentro da cabeça para tapar os buracos.
Ela estava a comer talinhos de couve com cebola e pimenta com arroz de marisco numa marmita com uma pinguinha de vinho de cheiro lá dentro e a beber leite de cabra choco, ao pé do esquentador. O velho a quem ela apertou os colhões, foi atrás dela quando ela estava a comer e para se vingar deu-lhe uma foda no cú com aquela blica cheia de sebo enrugada e para entrar melhor no cagueiro dela, ele deu um cuspo na ponta do cabeçalho da blica. Ela quando estava dobrada a levar a foda, o cabelo dela tocou na tocha do esquentador e, por causa da água oxigenada, aquilo rebentou tudo e os dois ficaram desfeitos.
FIM!
Fôda-se, même açim chá saiu a cácheca dos dantes, agóra tanho qe ir cagár.
Até há prócema! Forssa Vóçês!

É sobro õma infremêra, vêgim lá

"Diários Hospitalares"
Era uma vez uma enfermeira que pintava o cabelo com água oxigenada. Um dia ela estava no hospital a lavar a saca de um velho que tinha acabado de ter uma trombose e estava todo vomitado. Quando ela lhe meteu as mãos nos colhões, ele com tesão pegou-se a rir e escarrou-lhe na cabeça. Ela com veneno apertou-lhe os colhões até mais não poder.
Passou-se, ela estava na sala de espera do hospital e foi lá um leproso comprar um saco de batatas fritas e foi-se embora para casa. Depois ela foi chamada para uma operação de urgência a um homem a quem um preto tinha esfaquiado a cabeça, eles tinham que coser a cabeça depressa porque a sala de operações já estava enjoando a sangue coalhado.
Quando o médico estava a coser a cabeça, ela ia para lhe dar uma palmadinha nas costas para o encorajar, mas só que se esqueceu de que tinha um bisturi na mão e enfiou-o nas costas do médico. Ela é que teve de acabar a operação, ainda tinha cinco golpes para coser e ela disse: -"Que se foda, já é uma hora e meia e tenho que ir comer!"- e pôs algodão dentro da cabeça para tapar os buracos.
Ela estava a comer talinhos de couve com cebola e pimenta com arroz de marisco numa marmita com uma pinguinha de vinho de cheiro lá dentro e a beber leite de cabra choco, ao pé do esquentador. O velho a quem ela apertou os colhões, foi atrás dela quando ela estava a comer e para se vingar deu-lhe uma foda no cú com aquela blica cheia de sebo enrugada e para entrar melhor no cagueiro dela, ele deu um cuspo na ponta do cabeçalho da blica. Ela quando estava dobrada a levar a foda, o cabelo dela tocou na tocha do esquentador e, por causa da água oxigenada, aquilo rebentou tudo e os dois ficaram desfeitos.
FIM!
Fôda-se, même açim chá saiu a cácheca dos dantes, agóra tanho qe ir cagár.
Até há prócema! Forssa Vóçês!


3 Comments:
ès mesmo louco.
aquela do leproso ir comprar batatas fritas e ir embora...
Mt bem
ahahah :]
é migo tens altas ichetórias
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