Thursday, June 22, 2006

O Terror da Meia-Noite

Ólá paressêiros!
Ouje vou comtár õma ichetória é de terrôl, porco êu vi o Demóne o outero dia coãndo táva pergando õma foda na minha Lucrécia. E o Demóne dezé para mim comtár õma ichetória de terrôl.
Êu nãm tãnho mêde do Demóne, mas é meiór comtár õm terrôl, tambãm êu gócheto de terrôl, porco çou õm terrelorista e gócheto de terrôl.

O Terror da Meia-Noite

Numa noite muito fria de um dia muito frio, levantou-se de uma campa muito fria, um cadáver morninho.
Esse cadáver pertencia a um padre que tinha morrido naquela aldeia na terra de ninguém.
O Padre Ling Biskit era para muitos o melhor e mais santo padre que alguma vez prégou na paróquia da pequena aldeia, mas o que ninguém sabia era o terrível segredo que ele escondia.
Quando o Padre Ling Biskit era novo, violava vezes sem conta o seu vizinho que era deficiente e uma vez o vizinho até deixou-lhe o leite lá dentro e o padre ficou grávido.
Mas não era uma gravidez normal, em vez de nove meses, levava anos para nascer. A barriga do Padre Biskit cresceu, cresceu, cresceu e ele sempre seco, seco, seco. O médico da aldeia disse ao padre que aquilo era um tumor e que ele só tinha vida até aos 70 anos, por isso quando ele fez 70 anos, pensava que estava morto e morreu.
Mas agora o padre ergueu-se da sepultura para vingar-se do médico que lhe enganou.
Ele chegou à casa do médico, mas quem vivia ali agora era o moleiro da aldeia. O Padre Ling Biskit vigiou pela janela e viu o moleiro a bater uma punheta e a por o leite-de-piço para dentro da saca de farinha que ia para a igreja para as freiras fazerem hóstias. O padre entrou pela janela dentro e fez um trovão, o moleiro aterrorizado nem se mexeu e o padre foi ter com ele e deu-lhe uma foda no cú, mas como os bichos já tinham começado a comê-lo, a blica ficou dentro do cú do moleiro, tapando-lhe assim o olho-do-cú. Com o olho-do-cú tapado, o moleiro não conseguia respirar e morreu asfixiado. Depois o padre começou-se a rir e fez um trovão.
No dia a seguir o padre foi à casa do pai do médico, que era lavrador, para perguntar pelo filho. Quando ele chegou lá, vigiou pela janela e viu a mulher do lavrador a dar uma cagadela na cartola de vinho que ia para a igreja. O padre foi por de roda e entrou pela porta da cozinha dentro e fez um trovão! A mulher não reparou no padre e ele fez mais um trovão! Ela olhou para o padre e largou de fugir e ele sempre atrás. Ela foi para o quintal chamar o marido, mas ficou engatada no fio das vacas e morreu electrocutada e o padre fez um trovão.
O padre foi para o serrado e escondeu-se atrás da máquina de tirar leite a vigiar o lavrador e viu-o a fazer uma minete à vaca que ia para as arrematações da igreja. O Sr. Padre Ling Biskit saiu detrás da máquina de tirar leite e fez um trovão. A vaca assustou-se e fugiu, mas a queixada o lavrador ficou engatada na pintcha da vaca e arrancou-lhe de vez. O lavrador estava caído no chão sem queixada a escorrer sangue por todos os lados e o padre chegou-se ao pé dele, perguntou onde estava o médico e fez um trovão. O lavrador não conseguia falar, por isso o padre como já estava todo podre, arrancou a sua queixada e encaixou-a no lavrador. O lavrador disse que o filho agora morava na casa do sogro, que era professor. O padre foi-se embora e deixou o lavrador ali no chão cheio de sangue, as vacas deram pelo cheiro a sangue e foram lá e comeram o lavrador e o padre fez um trovão!
Chegando à casa do professor, o padre trambicou e arrancou o dedo grande do pé na quina do passeio e fez um trovão. Depois meteu-se atrás de uma árvore a vigiar o professor e viu-lhe a enrabar uma criança que ia para a igreja ajudar na missa. O padre saiu detrás da árvore de fez um trovão, depois chegou ao pé do professor e enfiou-lhe os dedos no cú, o rapazinho fugiu, mas trambicou no dedo grande do pé do padre que estava no passeio, caiu, deu com a cabeça na quina do passeio e morreu e fez um trovão. O padre fez ao professor um rasgo desde o cú até ao umbigo e caiu-lhe as tripas no chão e ele morreu e o padre fez um trovão.
O padre depois ouviu barulhos lá em cima e subiu as escadas até à falsa, depois meteu-se atrás de um baú na falsa a vigiar. Era o médico! Lá estava ele, o homem que enganou o padre e disse-lhe que ele estava morto, mas ele não estava. Lá estava ele a jogar ao dominó mais a sua mulher, a beata que ia para a igreja enfeitar o altar. O padre saiu detrás do baú e fez um trovão, eles assustaram-se, o médico atirou a mulher para o padre, ela deu-lhe direito num ombro e arrancou-lhe um braço, depois ela caiu sempre pelas escadas da falsa abaixo e morreu e o padre fez um trovão. O médico fugiu pela janela e o padre foi atrás dele. Eles sempre pela canada a fora, um atrás do outro e de repente o médico caiu num poça de água que estava no chão e o padre fez um trovão, o trovão caiu em cima do médico e ele morreu e o padre fez um trovão.
O padre como já se tinha vingado, ia voltar para o cemitério para se enterrar, mas começou a sentir a barriga a formigar e depois rebentou e saiu de lá de dentro um bebé e fez um trovão!

Ichepéro qe tãnhão gochetádo, é munto de terrôl e nãm tãnho cúlepa ce nãm doremirem á nouite!

Comãntem!

Saturday, June 03, 2006

As Aventuras e Desventuras de Um Jovem

Ólá peçoál!!! Ichetou de vóleta!!!
Êu tife parádo porco a minha profoçora têve õm atáqe e não me podia corrojir as ichetórias!!!
Mas éla agóra ichetá melhór, só qe à mêjema não é éla qe me corrijo máis, porco êu la meti õns córenos coando éla ichetáva em Lejeboa!
Agóra é a minha namoráda qe me corrijo, a Lucrécia!
Agora a ichetória:

As Aventuras e Desventuras de Um Jovem

Era uma vez um rapaz que lhe chamavam o Bomba. Ele queria ter o cabelo grande, mas o pai e a mãe não deixavam. Um dia ele foi para a escola de manhã e deixou o cabelo crescer.
Quando ele saiu das aulas, estava indo para casa e o pai viu-o no caminho com o cabelo grande, meteu-se atrás dele e foi-lhe dando sempre coices nos colhões até a casa.
O rapaz chegou a casa e a mãe disse: -“Bomba, já de castigo para o quarto, um mês!”- o Bomba lá foi, muito triste e angustiado.
Ele queria sair mas não podia. Também não podia saltar pela janela porque era muito alto, nisto ele teve uma brilhante ideia, ele metia cereais e, às vezes, pão com manteiga e café, na beira da janela, para atrair merros. Os merros quando aterravam ele apanhava-os, depois treinava-os e pendurava-se neles e ia até ao chão, depois ala que andar!
Um dia a mãe viu-o e pegou aos gritos: -“Maldito! Nunca mais, sacana! Nunca mais te dou comida para dares aos merros, pelintra! Marca merda!”
O Bomba ouviu e ficou doido: ”Como é que agora vou chamar merros? Como é? Eu não sei!”-, depois teve outra ideia, apanhou um turista numa canada e roubou-lhe um guarda-chuva, que era para servir de pára-quedas quando ele se atirasse da janela, uma máquina de retratos e umas sapatas da Nike novas novas!
Depois quando voltou para casa, escondeu o guarda-chuva nas calças, para a mãe pensar que era a blica dele, e entrou em casa. Ele estava a subir as escadas para o quarto e apareceu-lhe a mãe. Na hora que ela aparece, o guarda-chuva abriu e a mãe vira-se: -“Ah! O meu filho tem uma pintxa!”.
No dia a seguir, à noite, o Bomba atirou-se da janela com o guarda-chuva, mas veio uma rajada de vento do caralho e levou-o sempre pelo ar. Ele caiu no meio do mar e viajou até uma ilha deserta. Ele estava a passear na ilha e de repente apareceu um monte de Sextas-Feiras atrás dele, ele à corrida, à corrida, à corrida, cheio de pulmeira, não podia andar mais, mas sempre a dar-lhe, até que os Sextas-Feiras lhe apanharam e meteram-lhe dentro dum caldeirão!
Ele estava a ser cozido mas malino pegou numa cenoura e fez um furo no caldeirão, aquilo pegou a vazar tudo e a água a ferver queimou os pés dos Sextas-Feiras... eles ficaram cheios de bexigas.
O Bomba pegou em si e foi se embora. Ele estava a andar pelo mato e encontrou um combro de silvas e foi apanhar amoras para comer, ele estava muito descansado a apanhar amoras e levou uma ferrada duma abelha, ele ficou estirado no chão a espumar da boca e foi na ambulância. Dentro da ambulância, os enfermeiros deram-lhe uma foda no cú até fazer sangue.
A mãe do Bomba foi vê-lo ao hospital, mas o pai ficou no carro senão dava-lhe pancadaria diante daqueles médicos todos, e é melhor não! O jovem Bomba teve alta e foi cheio de medo para o carro, o pai não o quis levar e ele foi a pé com o buraco do cú todo remendado.
A caminho de casa ele trambicou na calçada e foi sempre às carambelas pela rua abaixo, até bater num monte de sacos de lixo que estavam no fim da rua. Num dos sacos tinha uma seringa que lhe fincou num braço e ele começou logo a sentir aquela SIDA toda a subir-lhe pelos braços, pelas pernas acima, a encher-lhe todo. Coitado, pegou em si e foi para casa, quando chegou, o pai viu-o e disse: -“Ah banana! Já viste como é que ‘tás aí? ‘Tás cheio de SIDA, caralho!! Tua mãe já viu isso?”. O Bomba fugiu para o quarto para o pai não lhe dar e viveu feliz para sempre.

FIM

Fiquim bãm e não ce icheqêção de comantar... é munto inpertanto!
Forssa vóçês!