A Saga
ólá braçádos!!! 
Vá bam?
êu ouje tivo na máta aterás da milha ichecóla máis a milha prefossôra
...êy qe caváda qe éla levou! 
Eça ichetória qe tãnho para vóçês ouje, é munto prefúnda e qéro qe vóçês aperendãm tôdes õma lissãm de morál cõm éla!!!
Forssa vóçês!!!
"A Saga"
Era uma vez uma rapariga que vivia numa casa cheia de ratos de esgoto. Ela estava toda seca e engelhada, feia, feia, por causa da droga.
Uma vez ela estava vendo um filme de foder a comer pipocas e a enfiar os dedos na rata e depois chupou os dedos cheios de langonha branca, até ao fim. Ela como estava a desfazer-se toda, uma unha soltou-se e ficou fincada na garganta dela e ela, por isso, ficou com a voz de homem.
Ela louca de tesão a ver o filme apanhou um rato, que mais parecia a ser um gato preto, deu-lhe uma dentada no pescoço e enfiou-o todo na pintcha, só ficou com o rabo de fora. O vizinho ouviu os berros dela e foi ver o que se passava, quando ele chegou lá, viu-a toda excitada e aproveitou, deu-lhe uma foda na pintcha e o rato foi parar ao estômago. Como ele era leproso, a blica dele ficou lá dentro a servir de rolha e ela não conseguiu tirar o rato para fora.
Ela não foi ao hospital, pois tinha verbonha.
Passaram-se uns dias e ela começou a notar que estava a ficar com a barriga inchada, mas
não fez caso. Ela foi dar bafos de castanha para desentupir aquele caralho todo por ali abaixo, pois já não mijava à dias!
Finalmente a blica soltou-se, estava enjoando a podre e a mijo perdido e ela foi-se consolar a mijar.
Ela estava a mijar e o telefone tocou, ela limpou aquela pintcha feia e foi ao telefone. Era o patrão da mãe que lhe deua noticia que a mãe engoliu uma chávena de café no serviço, como estava aflita, escorregou, deu com a cabeça no muro da avenida e morreu e ficou boiando na água lá em baixo com a pintcha ao léu, as moreias aproveitaram e fizeram dela uma gruta.
Ela respondeu: "Vai buscar as moreias que eu tou morrendo de fome, quanto é ao kilo?"- ela desligou o telefone, encomendou um caixão de costaneiras e foi roubar flores cheias de mofo à vizinha.
No dia do enterro, eles estavam pondo o caixão para baixo e de repente a rapariga começou-se a sentir mal, cheia de dores. Ela berrou, berrou, guinchou, esperniou naquele cháo, até morrer.
Quando foram ver de que é que ela tinha morrido, encontraram dentro da barriga dela ovos que o rato tinha deixado lá dentro e pequenos morganhinhos a saírem pela pintcha dela! O coveiro pegou nela e enterrou-a no mesmo buraco com a mãe.
FIM! O TEU CÚ É ASSIM---->
Ái qe linda ichetória...agóra vái lá...refeléctim sobro éla e dêixim o vóço comantário...qe vos cirva de lissãm para a vida!!

Vá bam?

êu ouje tivo na máta aterás da milha ichecóla máis a milha prefossôra
...êy qe caváda qe éla levou! 
Eça ichetória qe tãnho para vóçês ouje, é munto prefúnda e qéro qe vóçês aperendãm tôdes õma lissãm de morál cõm éla!!!
Forssa vóçês!!!

"A Saga"
Era uma vez uma rapariga que vivia numa casa cheia de ratos de esgoto. Ela estava toda seca e engelhada, feia, feia, por causa da droga.
Uma vez ela estava vendo um filme de foder a comer pipocas e a enfiar os dedos na rata e depois chupou os dedos cheios de langonha branca, até ao fim. Ela como estava a desfazer-se toda, uma unha soltou-se e ficou fincada na garganta dela e ela, por isso, ficou com a voz de homem.
Ela louca de tesão a ver o filme apanhou um rato, que mais parecia a ser um gato preto, deu-lhe uma dentada no pescoço e enfiou-o todo na pintcha, só ficou com o rabo de fora. O vizinho ouviu os berros dela e foi ver o que se passava, quando ele chegou lá, viu-a toda excitada e aproveitou, deu-lhe uma foda na pintcha e o rato foi parar ao estômago. Como ele era leproso, a blica dele ficou lá dentro a servir de rolha e ela não conseguiu tirar o rato para fora.
Ela não foi ao hospital, pois tinha verbonha.
Passaram-se uns dias e ela começou a notar que estava a ficar com a barriga inchada, mas
não fez caso. Ela foi dar bafos de castanha para desentupir aquele caralho todo por ali abaixo, pois já não mijava à dias!
Finalmente a blica soltou-se, estava enjoando a podre e a mijo perdido e ela foi-se consolar a mijar.
Ela estava a mijar e o telefone tocou, ela limpou aquela pintcha feia e foi ao telefone. Era o patrão da mãe que lhe deua noticia que a mãe engoliu uma chávena de café no serviço, como estava aflita, escorregou, deu com a cabeça no muro da avenida e morreu e ficou boiando na água lá em baixo com a pintcha ao léu, as moreias aproveitaram e fizeram dela uma gruta.
Ela respondeu: "Vai buscar as moreias que eu tou morrendo de fome, quanto é ao kilo?"- ela desligou o telefone, encomendou um caixão de costaneiras e foi roubar flores cheias de mofo à vizinha.
No dia do enterro, eles estavam pondo o caixão para baixo e de repente a rapariga começou-se a sentir mal, cheia de dores. Ela berrou, berrou, guinchou, esperniou naquele cháo, até morrer.
Quando foram ver de que é que ela tinha morrido, encontraram dentro da barriga dela ovos que o rato tinha deixado lá dentro e pequenos morganhinhos a saírem pela pintcha dela! O coveiro pegou nela e enterrou-a no mesmo buraco com a mãe.
FIM! O TEU CÚ É ASSIM---->

Ái qe linda ichetória...agóra vái lá...refeléctim sobro éla e dêixim o vóço comantário...qe vos cirva de lissãm para a vida!!


2 Comments:
nugênte!!! rotfl * * eme tá lá! continua brassado...
ja agora... usaste pereservativo kdo foste pa mata ca tua perofeçora? Muaha :]
muahahah!
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