Tuesday, May 31, 2005

Diários Hospitalares

Êy qe caralho, tanho õma cácheca de pevide intaláda antre os dantes! Porra, qe venano, chá nim vou icheqerevêr náda, fica aqi só a ichetória de ouje!

É sobro õma infremêra, vêgim lá

"Diários Hospitalares"

Era uma vez uma enfermeira que pintava o cabelo com água oxigenada. Um dia ela estava no hospital a lavar a saca de um velho que tinha acabado de ter uma trombose e estava todo vomitado. Quando ela lhe meteu as mãos nos colhões, ele com tesão pegou-se a rir e escarrou-lhe na cabeça. Ela com veneno apertou-lhe os colhões até mais não poder.
Passou-se, ela estava na sala de espera do hospital e foi lá um leproso comprar um saco de batatas fritas e foi-se embora para casa. Depois ela foi chamada para uma operação de urgência a um homem a quem um preto tinha esfaquiado a cabeça, eles tinham que coser a cabeça depressa porque a sala de operações já estava enjoando a sangue coalhado.
Quando o médico estava a coser a cabeça, ela ia para lhe dar uma palmadinha nas costas para o encorajar, mas só que se esqueceu de que tinha um bisturi na mão e enfiou-o nas costas do médico. Ela é que teve de acabar a operação, ainda tinha cinco golpes para coser e ela disse: -"Que se foda, já é uma hora e meia e tenho que ir comer!"- e pôs algodão dentro da cabeça para tapar os buracos.
Ela estava a comer talinhos de couve com cebola e pimenta com arroz de marisco numa marmita com uma pinguinha de vinho de cheiro lá dentro e a beber leite de cabra choco, ao pé do esquentador. O velho a quem ela apertou os colhões, foi atrás dela quando ela estava a comer e para se vingar deu-lhe uma foda no cú com aquela blica cheia de sebo enrugada e para entrar melhor no cagueiro dela, ele deu um cuspo na ponta do cabeçalho da blica. Ela quando estava dobrada a levar a foda, o cabelo dela tocou na tocha do esquentador e, por causa da água oxigenada, aquilo rebentou tudo e os dois ficaram desfeitos.
FIM!

Fôda-se, même açim chá saiu a cácheca dos dantes, agóra tanho qe ir cagár.
Até há prócema! Forssa Vóçês!

Sunday, May 29, 2005

Doente da Saúde

Ólá brassádos!!! Iço vá ou nãm vá? É iço qe ce qér, é iço qe ce qér!
Ouma...êu ouje fiz máis õma ichetória, é munto linda, fála dos prebolamas das doansas na ceçoiedade, é õma ichetória qe vóçês ce pódim indanteficár, porco chá deve têr acontossido o mêsme cõm vóçês ou cõm peçoas da vóça familha couzas açim. iço das doansas acontésso a tôda a jante e as concecoensas sãm as mêchemas! Só nãm acontésso cõm o Tóni Carrêira, porco êlo é o maiór, é o cenhôr do univérço!!!
Prõntos, fica aí antanse a ichetória:


"Doente da Saúde"

Era uma vez um homem que tinha as doenças todas do mundo e mais alguma. Ele tinha umas calças de ganga muito apertadas que era para as doenças não saírem e apegarem às pessoas. Ele ganhava a vida a limpar chaminés.
Tinha SIDA da cintura para baixo e da cintura para cima era tuberculoso.
Um dia ele estava a apanhar banhos de sol e quando deu por si, a mão estava toda derretida, cheia de formigas à volta, porque ele era diabético. Ele foi para casa e meteu no lugar da mão uma escova de piaçaba, visto que não tinha ganchos em casa. Ele estava a descer as escadas e escorregou num garrafo de fairy e ficou sem uma perna, lá ele teve que por o comando da televisão no lugar da perna, pois não tinha paus em casa. Ele quando estava a ver televisão dava com a perna contra a mesa para passar canais.
Certo dia, quando estava no seu trabalho a limpar as chaminés caiu-lhe uma melancia no outro pé e ele disse: -"Foda-se, lá se vai o outro!".- Ele pôs o comando da Mega Drive a substituir o outro pé. Quando estava a caminho de casa, encontrou um burro cheio de tesão e por mero azar foi enrabado pelo burro, cuja blica foi-lhe até ao pescoço, furando-lhe todo por dentro. Ele comeu algodão para tapar os buracos e depois foi beber um risquinho de Johnny Walker e o algodão ficou todo ensobado de álcool, ele arrotou e ficou todo queimado por dentro.
O homem desesperado e descontente com a sua vida, foi cometer suicídio. Meteu a forca à volta do pescoço e atirou-se, mas só que a cabeça separou-se do pescoço e ele caiu para o chão e já não morreu enforcado, foi para o quintal e meteu um bloco de 30 em vez da cabeça.
Ele andava sempre muito triste, pobre coitado, quando ia pela rua, as criancinhas gozavam com ele e chamavam-no de robot, ele ia ao pé delas e dava-lhes uma cabeçada com o bloco de 30 que lhes desfazia as cabecinhas pequenas!
Ele foi despedido do seu emprego, porque as pessoas já não o queriam dentro de suas casas. O homem revoltou-se, andava doido pela cidade atrás de toda a gente, cada pessoa que lhe aparecia na frente, ele matava-a com veneno de rato e depois comia-a... depois de comer as pessoas quase todas da cidade, ele foi ao rio beber água, porque o veneno de rato dá sede. Quando ele chegou ao rio, abaixou-se, meteu a mão na água e levou-a à boca, depois pôs-se a olhar para o seu reflexo e um caranguejo de água doce puxou-o para a água, ele não conseguia nadar, por causa do bloco de 30 que tinha na cabeça e da mão de escova de piaçaba e assim, morreu electrocutado porque o comando da televisão apanhou água e começou a dar choques!
FIM!

Nãm é bonha, a ichetória, vóçês?
Vá lá, comentim JÁ, porco nõnca sábim ce vão morrêr de doansas agóra e depous nãm comentão, por iço, comentim é AGÓRA!!!
Forssa vóçês!!!

Wednesday, May 25, 2005

A Saga

ólá braçádos!!!
Vá bam?
êu ouje tivo na máta aterás da milha ichecóla máis a milha prefossôra...êy qe caváda qe éla levou!

Eça ichetória qe tãnho para vóçês ouje, é munto prefúnda e qéro qe vóçês aperendãm tôdes õma lissãm de morál cõm éla!!!
Forssa vóçês!!!

"A Saga"

Era uma vez uma rapariga que vivia numa casa cheia de ratos de esgoto. Ela estava toda seca e engelhada, feia, feia, por causa da droga.
Uma vez ela estava vendo um filme de foder a comer pipocas e a enfiar os dedos na rata e depois chupou os dedos cheios de langonha branca, até ao fim. Ela como estava a desfazer-se toda, uma unha soltou-se e ficou fincada na garganta dela e ela, por isso, ficou com a voz de homem.
Ela louca de tesão a ver o filme apanhou um rato, que mais parecia a ser um gato preto, deu-lhe uma dentada no pescoço e enfiou-o todo na pintcha, só ficou com o rabo de fora. O vizinho ouviu os berros dela e foi ver o que se passava, quando ele chegou lá, viu-a toda excitada e aproveitou, deu-lhe uma foda na pintcha e o rato foi parar ao estômago. Como ele era leproso, a blica dele ficou lá dentro a servir de rolha e ela não conseguiu tirar o rato para fora.
Ela não foi ao hospital, pois tinha verbonha.
Passaram-se uns dias e ela começou a notar que estava a ficar com a barriga inchada, mas
não fez caso. Ela foi dar bafos de castanha para desentupir aquele caralho todo por ali abaixo, pois já não mijava à dias!
Finalmente a blica soltou-se, estava enjoando a podre e a mijo perdido e ela foi-se consolar a mijar.
Ela estava a mijar e o telefone tocou, ela limpou aquela pintcha feia e foi ao telefone. Era o patrão da mãe que lhe deua noticia que a mãe engoliu uma chávena de café no serviço, como estava aflita, escorregou, deu com a cabeça no muro da avenida e morreu e ficou boiando na água lá em baixo com a pintcha ao léu, as moreias aproveitaram e fizeram dela uma gruta.
Ela respondeu: "Vai buscar as moreias que eu tou morrendo de fome, quanto é ao kilo?"- ela desligou o telefone, encomendou um caixão de costaneiras e foi roubar flores cheias de mofo à vizinha.
No dia do enterro, eles estavam pondo o caixão para baixo e de repente a rapariga começou-se a sentir mal, cheia de dores. Ela berrou, berrou, guinchou, esperniou naquele cháo, até morrer.
Quando foram ver de que é que ela tinha morrido, encontraram dentro da barriga dela ovos que o rato tinha deixado lá dentro e pequenos morganhinhos a saírem pela pintcha dela! O coveiro pegou nela e enterrou-a no mesmo buraco com a mãe.
FIM! O TEU CÚ É ASSIM---->

Ái qe linda ichetória...agóra vái lá...refeléctim sobro éla e dêixim o vóço comantário...qe vos cirva de lissãm para a vida!!

Tuesday, May 24, 2005

Êy vóçês...êu tou chêio de venãno!!! CARÁIII...tou ségo para matár õm!!!
Nãm é qe me dezérim qe as minhas ichetórias ãndim a cêr paçádas no mensêijer em fechêiros do word!!! FODAÇE...êu até qe nãm me impórte, mas só qe pêle mãnos deviem pôr o nõme do átor e o inderêsse do blog!!! Õme lá a vêr ce da perócima iço nãm acontésse, senãm ichefaqêio õm!!!

êpá...êu nãm qéro é dezê máis náda senãm aínda vou partír eçe carái tôde aqi!!!
Tãnho aqi máis õma ichetória...forssa vóçês!!!

êu nãm çou õm gájo fodido cõm ningam, só qe à couzas qe cuálqér õm nãm gostáva...

"A Palha Seca"

Era uma vez uma palha seca. Ela vivia num combro de silvas, porque um dia veio uma rajada de vento e levou-a para lá.
Certo dia a Berta Cabral estava a passar no serrado dela e deixou cair um bocado de carne no chão, a palha como estava esfomeada foi logo abafar a carne!
Dias depois, ela estava esfomeada outra vez e não tinha dinheiro para comida, por isso, usou o osso do bocado de carne da Berta Cabral para servir de isca para ela ir pescar cães! Ela estava lá de caniço para o ar e de repente um doberman começou a puxar a seda com uma força, mas uma força terrível!!! Ela puxou, puxou, até a cabeça do doberman aparecer de fora, depois ela deu-lhe uma cotovelada nas fontes e ele capotou ali mesmo...uma alegria, ela já tinha carne pa 2 horas!!
Ela comeu que se fartou, depois com um bocado da espinha do cão, fez um palito para os dentes. Ela estava a esfregulhar os dentes com o palito e de repente enfiou sem querer o palito até ao cérebro.
Já no hospital, a palha seca acordou cheia de comichão na pintcha e foi à casa de banho enfiar um bocado de sabão branco e azul pela cona adentro. Estava a passar uma empregada de limpeza e viu aquilo, a mulher indignada chamou os seguranças. Eles quando chegaram lá, trataram do assunto, um deu no cú da palha e o outro deu-lhe na pintcha. A palha ficou toda aliviada e foi-se embora. Lá a mulher das limpezas ficou com a consciência mais tranquila.
A palha ia atravessando a passadeira ao pé dos hospital e foi atropelada pelo camião das cervejas. Teve morte instantânea. Mas no entanto, ela estava grávida do sabão e os bébés conseguiram escapar e viveram felizes para sempre.

Até há perócima, vóçês...nãm é perecizo dezêr náda, porco vóçês já sábim qem é qe me ajudou a corrojir o têsto...foi a boasona da milha profossôra de portugês!!!
Adês brassádos!!!

Saturday, May 21, 2005

O Homem Muito Pobrinho

êy...vóçês qe nãm ce riem qe iço é fodido... o hómim éra pobrim...
éça ichetória fou inchepiráda im fáquetos reáles, quér dezêr, nim fou inchepiráda, iço acontessêu mêsme, êu só tou contãmdo!
lêiem ce vaz favôr!

"O Homem Muito Pobrinho"

Era uma vez um homem muito pobrinho que vivia num tubo PVC, pois não tinha dinheiro para sustentar uma casa.
Ele era pobre porque os pais nunca quiseram saber dele, ele tinha nascido por acidente: um dia a mãe fez um broche ao pai e engoliu o leite-de-piço, como ela tinha um furo no estômago, o leite passou para a pintcha dela e depois nasceu o rapaz!
Esse homem, certo dia, estava a passear num jardim e achou no chão um ovo de codorniz e uma nota de 10€, ele foi ao Café, tomou uma cerveja e pediu uma nisca de pimenta para por no ovo, para o comer. O homem saiu do Café e viu na montra de uma loja umas cuecas de plástico e foi comprá-las!
Da parte da tarde, o homem foi ao hospital visitar a avó que estava em coma e aproveitou para fazer-lhe uma minete. A avó dele tinha tido um acidente, ela estava a lavar louça e o chão estava muito escorregadiço, e de repente entrou pela janela adentro um penico de latão que bateu-lhe na cabeça e meteu-a em coma.
Quando saiu do hospital, ele decidiu passar pelo calhau para dar um mergulho no mar e aproveitar para se lavar. Ele chegou ao calhau, despiu a roupa, rapou os pêlos das costas com uma lasca de uma pedra do mar que estava no chão, deu uma cuspidela e foi andando para a beira da água, enquanto ele corria para lá, deu uma topada num cunhal e arrancou a unha do dedo grande do pé, também partiu o gadanho, pois a força foi tanta! Mas ele não ligou e continuou na direcção da água. Quando chegou à beira, sentou-se para molhar os pés para testar a água e quando ele se sentou, foi violado por três caranguejos, uma santola e um búzio, eles todos lhe foram ao cu. Mas ele não ligou.
Ele saltou para a água e foi andando, andando até uma zona em que já não tomava pé e foi ao fundo e morreu afogado, porque as cuecas de plástico encheram-se de água, isso fez peso e ele gloo gloo gloo!
FIM!

e é açim...é munto teristo, êu sêi... êu até chá tou cherãndo!
mas ainda açim, qéro agueradeçêr à fama da milha profossôra do Pertugês poro têro corrojido o têsto...
êy vóçês, fou dezêr õm seguerêdo, mas vóçês qe nãm diguim a ningam...êu por õm ládo chá nãm tou a chorá,porco ontenhe, êu dêio õma foda no cú da milha profossôra de pertugês...êy qe bélo caguêiro qe éla tão!!!

Sunday, May 15, 2005

Amo-te

êy peçoál...iço agóra vá sêr õm poema qe é tambam õma muçeca do mêu conjunto qe ce chãma MÁFIA...ichepéro qe góstim

"Amo-te"

A gente avisou que te ias magoar
Tua mãe disse para ires devagar
Mas tu teimosa quiseste continuar
E agora tás para aí a berrar

Levaste um arrebento e foste pelo ar
Deste com a cabeça numa pedra do mar
Tua mãe, teu pai não param de falar
E a ti só te vejo é a chorar

Nem deu tempo para ires mijar
A verga que tu levaste deu-te foi para cagar
E já nem consegues arrotar
O sangue na garganta quer se soltar

Nunca mais voltas a olhar
Aquele sitio é para excomungar
Teu avô não pára de escarrar
Vou pegar numa corda e vou-lhe amarrar

A tua avó foi apanhada a levar
O teu avô quer se enforcar
Mas primeiro ele quer a matar
Espremer-lhe o gremilho até ela ficar sem ar

Teu Primo nunca se quer lavar
Aquilo é um nojento, o que quer é caçar
Tanto esterco e não pára de enjoar
Aquilo para sair só com água a pelar

Agora isso vai acabar
Que eu não sei mais o que ei-de inventar
Na minha blica tu vais agarrar
E para a tua boca vou-me esporrar

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Eça muceca é mêsmo demáis...vóçês vão ouvir-la cuando êu gueravár o mêu cêdê!!!
Forssa Vóçês!

Sunday, May 08, 2005

O Rim

ólá peçoál...eça ichetória fou qe êu isquerevi cuando éra máis peqinino, por iço nãm tenhe cousas de falár mál...porco êu tinha mêdo qe o mêu pái me cortásse a língua, cõmo fêz cõm o mêu irmão...
(êçe têsto tãmbam fou correjido pêla milha adoráda profossôra de portugês...)

"O Rim"

Era uma vez uma rapariga que era fraca dos rins, por isso, tinha que estar sempre no quarto de banho. Um dia ela estava lá e um rim fugiu, ela levantou-se e foi atrás dele, mas nunca o apanhou e ficou só com um rim que, ainda por cima, era deficiente e tinha a forma de uma ferradura.
O rim foi para o aeroporto e meteu-se dentro duma mala e foi para a Índia de avião, quando ele chegou lá viu escravos à venda e foi comprar um, ele chegou lá e disse:
- Eu vou levar aquele preto que está a fumar o Além-mar pequenino.
Ele pagou e foi-se embora com o escravo. Ele estava a passear com o escravo e apareceu um sacristão e disse:
- Liberta este homem, jovem, isto é pecado!
- O que é? Isso foi com o meu dinheiro!
- Tá bem, mas os homens são livres.
- Eu acho que andas é muito com o Sr. Padre!
De repente apareceu um Jeová e disse:
- É isso mesmo rapaz, dá-se sempre para a frente!
- Já se sabe, aquele sacristão é daqueles que pedem boleia aos velhos e eles conhecem o amigo do Sr. Padre e dão-lhe boleia, por isso, é que ele não precisa de escravos!
O sacristão ficou todo desfadado e foi-se embora.
O rim foi ter com o Jeová e disse:
- Eh Alá, também tens escravos?
- Só tenho um, é o Labaça, eu faço tudo o que eu quiser com ele!
- Tem que se dar nome aos escravos?
- Nem vendo?!
- Diz um nome para o meu.
- Cá sei, Idoino.
- É isso mesmo, até logo fariseu!
- Até logo.
O rim voltou para Portugal, ele estava a passear e de repente deu-lhe uma leucemia, ele saltou para um serrado e foi roubar medula a um gueicho, ele aguentou-se com a medula até ao hospital. Ele chegou ao hospital e foi atendido pelo Orelhas, o Orelhas examinou-o e disse:
- Eu sei de que é que tu precisas?
- De que é?
- Cigarros pócabana.
- E onde é que eu posso arranjar isso?
- Pegas em cigarrilhas e vai fumar para a cabana mais eu.
Eles foram fumar e depois o rim disse:
- Eu tenho aqui gamas de canela para tirar o cheiro, que o Pendurado me deu.
Eles comeram as gamas e o rim foi-se embora. No caminho de casa ele encontrou um gajo chamado Laurício que tinha calças brancas à boca de sino brancas e um camiseiro de xadrez aberto.
O rim ficou meio cismado e disse:
- O que é agora isso!
O Laurício disse:
- O que é, eu não posso inventar modas? Eu já andei por aí com um brinco no beiço, com ferros nos ouvidos e também já usei uma blusa amarrada na perna.
O rim ficou como aquele e continuou o seu caminho e voltou para a rapariga.

Forssa amigues!!!

Thursday, May 05, 2005

Os Três Patinhos

Éça é máis õma das minhas ichetórias...máis õma vês, qéro agradoçêr há profossôra de portugês põr têr corrojido!

aqi vái!

"Os Três Patinhos"

Era uma vez três patinhos, o Pedro, o João e o Eduardo Cagalhão. Eles eram conhecidos no bosque, porque tinham muito dinheiro, que faziam a vender droga.
Uma vez, os irmãos apanharam o Eduardo Cagalhão a dar uma foda na Chiada Malassada, que era uma galinha da Madeira que vendia folhas de conteira a vulso. Eles fizeram queixa ao pai e ele deu pancadaria no Eduardo Cagalhão e meteu-o de castigo a lavar pratos e a puxar o lustro a sapatos na avenida.
Todos os dias, os amigos do pobre Cagalhãozito passavam por ele e faziam troça dele e ele sempre cheio de veneno. Um dia, ele revoltou-se e deu um tiro de caçadeira no olho da avó, enforcou a mãe, violou o pai e degolou-o e fez dos irmãos, seus escravos.
Eduardo vivia como um rei e tinha seus dois irmãos a trabalhar para ele, vendiam droga para ele, faziam comida, limpavam a casa e batiam-lhe punhetas.
Certa noite, os irmãos combinaram para se escaparem e fugiram de casa. No dia seguinte, pela manhã, o Eduardo Cagalhão acordou cheio de rebarba e foi à procura dos irmãos para dar uma foda no cú de um deles. Qual não foi a sua surpresa quando viu que eles não estavam! Ele ficou doido, começou a partir tudo em casa cheio de veneno, arrejeitava tudo pelo ar. Ele pegou na espingarda, fez uma linha de branca, comeu dois ovos estralados, lavou os dentes, penteou-se, cagou, lavou as mãos e foi pelo mato a fora atrás deles. Ele perguntava a quem lhe aparecesse à frente pelos irmãos, o que dissesse que não sabia, ele pedia perdão, com licença e continuava à procura; ele andou, andou, procurou, procuro, até que os viu a jogarem às roletas dentro de um casulo, ele chegou-se perto do casulo, deu-lhes duas bolachas (de água e sal) e depois pegou fogo ao casulo com eles lá dentro.
Depois, voltou para casa, tirou uma cerveja do frigorifico, bateu uma punheta e foi dormir.

FIM!

Forssa vóçês...óberegádo põr têrim lido, mas comentim!!!

Tuesday, May 03, 2005

O Muro de Pedra

ey vóçês. fiche õma ichetória, vou põr-la aqi...
mas peremêiro, qéro agradoçêr há minha profossôra de Portugês qe me corrogiu o têsto, porco êu fásso muntos êrros! Obrigáda profossôra, adóro-to....sua MILF!!!

Aqi vái:

“O Muro De Pedra”

Era uma vez um muro de pedra que vivia num reino, na idade média. Este muro tinha sido esborralhado por uma tempestade que se abatera sobre o reino, mas os castores estavam a ajudá-lo a montar-se para voltar a ficar direito.
Neste reino, havia uma linda princesa loira, de cabelos longos e encaracolados e com óculos fundo-de-garrafa. Essa princesa gostava muito de ir passear para o quintal, para colher flores e matar a tesão contra uma pedra bicuda do muro. A principio, até que gostou da ideia, mas depois ficou todo chateado, porque a princesa quando ia esfregulhar a cona nele, peidava-se muito.
Certo dia de sol, um lindo dia de secar roupa, a princesa lá foi. Quando chegou ao pé do muro, começou a despir a saia e as cuequinhas que a avó tinha feito com um náprom, e começou a esfregulhar a musgona contra o muro e ele todo consolado ali a relaxar debaixo do sólinho. Nisto, de entre umas pedras, sai um lagarto que entra na buraca da princesa, um horror!!! A princesa ficou toda apoguentada e começou a correr de chichona de fora pelo reino aos guinchos e a dizer: “Socorro, socorro... ajudêiem-me!”. O alfaiate do reino quando viu o filme que se estava a passar (o filme novo do Van Damme) chamou a carroça ambulância para ir acudir a princesa, que já estava roxa de tanta agonia. Quando chegou lá a ambulância, os médicos pegaram na princesa e enviaram-na lá para dentro e arrancaram com a ambulância.
No hospital, todos estavam intrigados com o sucedido, mas como a princesa não queria que o pai, El Rei D. Firmino, soubesse, esfaqueou o médico, para que o pai não a deserdasse.
Ela foi para casa e como quem não quer a coisa, deu “bom dia” aos pais e uma cuspidela na cabeça do casal de escravos de raça negra que estavam na gaiola, para dar criação para ela montar um negócio de escravos quando fosse mais velha.
A partir desse dia, a princesa nunca mais foi ao muro e viveu feliz, mas desconsolada, para sempre!

FIM!

ixpéro qe tanhão gostádo! COMENTIM!!!

Entrodussão

ey vóçês. êçe é o mêu belógue. ainda nãm esquerevi náda,porco ainda nãm tivo tempe...mas vói pôr daqui a nisca!
Forssa vóçês!